Quando a espiritualidade vira produto e o templo passa a funcionar como empresa, algo muito grave está sendo desvirtuado. A fé não pode ser usada como instrumento de lucro, nem como atalho para esquemas financeiros protegidos por privilégios religiosos.
Não se trata de atacar igrejas ou fiéis, mas de defender a integridade da fé, a transparência e o interesse público. Onde há mistura entre poder religioso e negócio privado, é dever da democracia exigir investigação séria.
A fé é para libertar, não para enriquecer. Vamos juntos cobrar respostas e defender a ética!
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